A ENTREVISTA DO MÊS
Do boletim deste mês destacamos:
“Este mês, o nosso entrevistado é o nosso Companheiro Carlos Martinho, presidente
eleito para 2010-2011.
Entrou para Rotary em Setembro de 2008. O que o motivou a fazer parte deste
movimento? Simples curiosidade? Por amabilidade e atenção para quem lhe dirigiu o
convite ? Por já dele ter conhecimento e concordar com os seus objectivos ? Por
qualqueroutro motivo ? Com sinceridade . Sem receio de magoar quem quer que seja.
Tive oportunidade de conhecer o Rotary Clube de Peniche( RCP ) há já largos anos, pode
ser convidado para diversos eventos muito agradáveis de convívio rotário nomeadamente
jantares e palestras. Fui conhecendo a obra de grande prestígio que o movimento Rotary tem
na nossacomunidade e no mundo.Infelizmente muita dela não é de todo conhecida dos
nossos próximos.
Mas o importante é que ela existe e é uma fabulosa realidade.
A vontade de intervir e ser útil à minha comunidade,levou-me a aceitar o convite que me foi
dirigido.
Mereceu sempre a minha maior admiração o facto de os clubes Rotary serem apartidários,
não vinculados a qualquer religião, e assumirem um carácter independente e de grande abertura
à sociedade, exigindo aos seus membros elevados padrões de ética e de disponibilidade para os
outros .
O movimento Rotário é, por outro lado, uma gigantesca instituição global, em constante
mudança para melhor se adaptar às novas realidades, a novos e maiores desafios . Isso
seduz-me.
Com a mesma sinceridade. Está arrependido. Em caso afirmativo porque motivos, e porque ainda permanece
no Clube ?
Estou satisfeito com a minha entrada no Rotary Clube de Peniche.
Encontrei companheiros com elevados padrões civilizacionais, que mesmo nos momentos mais
difíceis mantêm a educação e o respeito, não olvidando dos superiores interesses do clube e da
herança de Rotary .
O quadro social está motivado para prosseguir os seus esforços em ser útil à sociedade e, deste
modo, estão largamente superadas as condições mínimas para que, em minha sincera análise,
valha a pena pertencer a este grupo.
Tendo em consideração a opinião e o conhecimento que neste momento tem do Movimento Rotário e, por
outro lado, a experiência e vivência que já tem do nosso Clube, acha que estamos cumprindo, de forma
aceitável, com os seus objectivos?
O RCP tem uma história de dádiva à nossa comunidade e ao próprio país, que muito nos deve
orgulhar.
Muito nos dignifica mas, sobretudo, é inegável mérito de todos os que há cerca de 30 anos
fundaram este clube,logo com a construção daquilo que é o nosso orgulho e grande singularidade:
a colónia de férias e sede.
O saldo de todos estes anos não pode deixar de garantir que a intervenção do RCP seja mais do
que aceitável como seja, sem falsas modéstias, em muitos campos até notável .
Estando o companheiro já indicado, neste momento, para presidir futuramente ao nosso Clube, que alterações
gostaria de introduzir para corresponder precisamente ao que pensa que deve ser um Clube Rotário?
Não posso pretender ter a veleidade de introduzir alterações substanciais noRCP .
Por um lado porque sou seu membro há muito pouco tempo, o que não me dá a experiência
necessária para poder tomar iniciativas de grandes mudanças.
Por outro lado, o clube não precisa, na minha opinião,de substanciais reformas ao que tem sido
feito nos últimos anos.
Vive até um momento que eu classificaria como de consolidação.
É certo que pretendo dar algum cunho pessoal à próxima gestão, mas quero sobretudo continuar o
muito de bem feito que tem sido levado a cabo e tentar extrair de todos os companheiros o melhor
que possam dar em prol dos nossos objectivos fundamentais.
Um dos motivos que mais preocupa Rotary é o facto de alguns Clubes não darem suficiente
informação e um acompanhamento mais eficaz aos membros entrantes, inclusivé com a
atribuição de responsabilidades a nível de Administração do Clube ou participação em
Comissões. Pessoalmente, e relativamente a si, o que pensa.
A informação é, actualmente, em todas as áreas da actividade e interesse humano, um dos
factores mais importantes na integração, coesão e desenvolvimento de qualquer instituição.
Como é óbvio, sou o mais favorável possível à criação e disseminação de informação rotária.
Permita-me companheiro Orlando que, neste âmbito, o felicite particularmente, pela obra
extraordinária que também neste aspecto tem feito pelo nosso clube.
Este seu voluntarismo neste aspecto particular merece a minha maior admiração. Permita-me
que o desafie a continuar durante a minha presidência com este seu esforço e obra, que espero
continue muito justamente a satisfazer.
Na forma escrita, distribuída por e-mail ou em formato papel, a sua existência é fundamental.
Se for promovida a sua breve apresentação na forma oral com a frequência das nossas reuniões
de café, parece-me que fica inquestionavelmente assegurada e reforçada a sua divulgação .
A formação rotária é outro dos pilares fundamentais para o nosso sucesso.
Aqui, pequenas doses com a frequência das nossas reuniões de café, ministradas pelos
companheiros mais experientes, como é o seu caso, seriam na minha perspectiva um importante
benefício para o rápido desenvolvimento e integração dos companheiros mais recentes.
Mesmo para os mais antigos não seria despropositado .
Na qualidade de futuro Presidente, que mensagem gostaria, desde já, de deixar a todos os companheiros?
Gostaria de deixar a seguinte mensagem a todos os nossos companheiros:
-temos a obrigação de dar o nosso melhor a todas as solicitações do companheiro presidente
Bandarrinha, de forma a que a sua presidência prossiga com a notável dinâmica e brilho a que
já se guindou e nos habituou .
A sua dádiva extraordinária ao RCP assim o justifica;
- para a etapa já iniciada de preparação para a minha presidência, gostaria de contar com todas
as sugestões e conselhos dos companheiros o que estou certo não me será negado.”
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